A Nike prepara-se para lançar as antecipadíssimas Air Max Scorpion. Há motivos para o hype: não só a Swoosh anunciou que o modelo vem inaugurar uma nova era na linhagem Air, como também publicitou as inovadoras técnicas envolvidas na produção, a que não foi alheio o seu contexto – é que esta é a primeira sapatilha da Nike inteiramente desenvolvida durante os lockdowns impostos pela pandemia.
Designers, developers, cientistas, trabalharam à distância mas “lado a lado”, recorrendo a um software de realidade virtual. Além da ferramenta de simulação, a Nike também empregou machine learning e procurou ouvir os insights dos seus atletas. O Nike Sports Research Lab foi recolhendo data, e testando o modelo com protótipos virtuais, reduzindo assim a necessidade (e, claro, o impacto ambiental) de samples físicos. Tudo isto ao longo de 18 meses, tempo recorde para completar uma silhueta inédita.
O resultado explora os materiais até ao limite, garantido o fabrico com 20% de material reciclado em nome da sustentabilidade, mas não parece haver qualquer compromise estético. Embora assumidamente inspirado pelas VaporMax, o design da silhueta mantém as devidas distâncias, com um upper construído numa nova versão do Flyknit em fios de froco e complementado pela vistosa almofadagem. A Swoosh assegura mesmo que o modelo tem mais “Air” do que qualquer outra sapatilha – e, olhando para as vistosas Air Units que formam a sola, não é difícil acreditarmos.
As Air Max Scorpion têm lançamento agendado para 5 de outubro na Nike SNKRS. Há, depois, mais drops a caminho, com novos colorways e revisões no design da silhueta.






